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NoBYDades

Aqueles mais próximos dos membros da BYD conhecem bem o limbo constante em que a empresa se encontra, principalmente por se focar mais em piadas e picardias de escritório do que naquilo do Marketing Digital, ou lá como se chama. Aliás, a razão pela qual ainda não abrimos falência é o nosso gestor financeiro ter copiado na Prova de Aferição do 4º ano de Matemática – e não perceber bem que se a facturação total tem um menos antes do número, não estamos assim tão bem.

Considerámos injusto que só alguns (pouco) sortudos estivessem a par do que se passa nesta nossa nave que há muito deixou de ser espacial, e que é agora “especial”. Ou que tem problemas de concentração, ou défice de atenção, ou que não compreende à primeira. Como lhe quiserem chamar.

Sorte a nossa que cá no escritório seguimos à risca um bom e reputado lema: “Perdido por cem, perdido por mil.”

É por isso que hoje temos todo o prazer de apresentar a nova rubrica da BYD: as noBYDades. Ou, se de cariz mais sexual, as nuBYDades. Quando de cariz sexual falamos, referimo-nos, claro, ao histórico da internet do Volo. E só mesmo a isso, que isto de estar à beira do desemprego não dá com nada.

Esta nova rubrica pretende deixar os nossos seguidores mais informados, numa espécie de Spam sem padrões. Abordaremos bons e maus momentos, tanto dos nossos colaboradores como da BYD como empresa. (E não prometemos nada, mas se tivéssemos que apostar diríamos que serão mais os maus do que os bons.)

Ao longo da mesma, faremos principalmente por falar dos clientes que ganhámos (nunca dos que perdemos) e do sucesso dos que já são nossos, para evitar termos que comunicar as despromoções, despedimentos ou péssimas ideias que por aqui surgem. Se virem que andamos a comunicar muitas vezes casos de sucesso, não se iludam. O mais provável é estarmos a mentir.

E se acharem que esta ideia das noBYDades é terrível, também não nos julguem.

Surgiu no duche de um aluno de Erasmus em Roma.

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